sempre que vou pela rua
ando a ver se te vejo
cuidando também ser tua
a vontade de um beijo
sentires amor por mim
é com o que vou sonhando
e é por achar que sim
que a ver se te vejo ando
mesmo quando acho que não
continuo a querer ver-te
não me sais do coração
não consigo esquecer-te
se me disseres vagamente
que não te inspiro desejo
então irei prontamente
deixar de ver se te vejo
mas se eu for do teu agrado
nesse caso nada digas
ver-te-ei sempre a meu lado
por onde quer que sigas
Miguel Lucas está um segundo Augusto Gil.
ResponderEliminarBonito, muito harmonioso.
Um abraço
Tão bonito! Obrigada pela partilha.
ResponderEliminarOlá João Afonso
ResponderEliminarNão conhecia Augusto Gil, vou explorar melhor os seus poemas.
Pode ser que um dia me aproxime...
Por enquanto vou gozando o desafio que é escrever em verso. Algumas quadras dão bastante luta para que se assemelhem àquilo que pretendemos transmitir. Por outro lado, miraculosamente, outras ficam ainda melhores...
Um abraço e obrigado pelo elogio.
Obrigado Di pela simpatia.
ResponderEliminarBeijinho.